Há dois anos, dominar a engenharia de prompts era suficiente para inserir um escritório na vanguarda do uso da inteligência artificial no Direito. Hoje, esse patamar virou um pré-requisito quase básico. O horizonte da inovação se deslocou, e o conceito que começa a pautar os debates mais avançados sobre IA no Direito possui um nome ainda pouco conhecido no Brasil: a nova engenharia de contexto.
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