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Limites entre o ganho de produtividade e o uso judicial abusivo da IA

Limites entre o ganho de produtividade e o uso judicial abusivo da IA

No cenário corporativo e jurídico atual, a inteligência artificial (IA) deixou de ser apenas uma promessa de produtividade para se tornar o ponto central de conflitos éticos. Um fenômeno preocupante é o uso oportunista da tecnologia por usuários que buscam fabricar litígios. Assistimos à ascensão de uma “litigância algorítmica”, em que a boa-fé objetiva, que é o pilar fundamental das relações contratuais, trabalhistas e de consumo, acaba atropelada por estratégias de manipulação digital e pela propositura automatizada de reclamações.

De acordo com o Relatório CX Trends 2025, da Zendesk¹, tais comunicações são impulsionadas por um novo e exigente padrão de consumo: 68% dos consumidores admitem que esperam respostas mais rápidas do que há apenas um ano, e 74% agora exigem atendimento disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana. Esse cenário favorece a saturação dos canais de atendimento por reclamações sintéticas, já que a agilidade e a precisão das respostas influenciam a decisão de compra de 86% das pessoas.

Confira na íntegra: https://www.conjur.com.br/2026-abr-19/limites-entre-o-ganho-de-produtividade-e-o-uso-judicial-abusivo-da-ia/

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