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Temporalidades extremas, judicialização e equilíbrio: Atrasos climáticos exigem nova lente

Temporalidades extremas, judicialização e equilíbrio: Atrasos climáticos exigem nova lente

O aumento de eventos climáticos extremos eleva atrasos e cancelamentos de voos, expondo passageiros à litigância e exigindo critérios claros de força maior.

As manchetes recentes evidenciam que o Brasil entrou na “era dos extremos”: chuvas torrenciais, ciclones e tornados vêm se tornando mais frequentes e intensos. Em novembro de 2024, por exemplo, fortes chuvas em São Paulo obrigaram o Aeroporto de Congonhas a cancelar 58 voos em apenas dois dias1. Poucos meses depois, em novembro de 2025, um ciclone extratropical atingiu Santa Catarina e causou restrições de operação no Aeroporto Internacional de Florianópolis, levando ao cancelamento de seis voos e ao atraso de outro2 Na mesma semana, tornados de categoria F3 arrasaram a cidade de Rio Bonito do Iguaçu, no Paraná: 90 % da área urbana sofreu danos, seis pessoas morreram e os ventos chegaram a 250 km/h3. Mais do que episódios isolados, esses eventos demonstram o impacto imediato do clima no transporte aéreo e a necessidade de priorizar a segurança de passageiros e tripulações.

CONFIRA O ARTIGO COMPLETO NA ÍNTEGRA: Temporalidades extremas, judicialização e equilíbrio: Atrasos climáticos exigem nova lente

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