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	<title>Arquivos lei de improbidade administrativa - LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</title>
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	<title>Arquivos lei de improbidade administrativa - LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</title>
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		<title>Compliance e a nova Lei de Improbidade Administrativa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Macedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jun 2021 18:44:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O sócio da LBCA Ricardo Coutinho Rezende comenta em FAQ sobre quem poderá ajuizar ações por improbidade. Confira o material completo.</p>
<p>O post <a href="https://dev.lbca.online/compliance-e-a-nova-lei-de-improbidade-administrativa/">Compliance e a nova Lei de Improbidade Administrativa</a> apareceu primeiro em <a href="https://dev.lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 10.887/18, que altera a Lei de Improbidade Administrativa (Lei 8.429/92), criando um novo marco jurídico do Compliance para o setor público.</p>
<h2>1. Por que o compliance é importante no setor público?</h2>
<p>A exemplo do setor privado, o controle orientador e preventivo da máquina pública é fundamental para assegurar o bom uso do erário público e a idoneidade do sistema. A corrupção traz grandes danos às instituições e à sociedade e os programas de compliance de natureza pública contribuem para salvaguardar e controlar os riscos da gestão no interesse público. Leis, como da improbidade administrativa, são suas grandes balizas. A nova lei também é importante para o setor privado, que realiza contratações com o setor público.</p>
<h2>2. O novo projeto de improbidade aboliu os atos culposos?</h2>
<p>Sim, a justificativa repousa no fato de a nova lei traz um novo padrão ético para o setor público, superando os dispositivos amplos e vagos do diploma anterior, que acabou causando grande insegurança jurídica porque penalizava quase toda e qualquer conduta ao permitir ampla interpretação. Pelo alcance da lei, muitos gestores públicos ficaram imobilizados temendo serem acusados de improbidade. Era o chamado “apagão das canetas”.</p>
<ul>
<li>Leia mais: <a href="https://dev.lbca.online/compliance-consumerista-previne-conflitos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compliance Consumerista previne conflitos</a></li>
</ul>
<h2>3. O projeto ampliou a tipificação de crimes?</h2>
<p>Sim. Define um rol de ilícitos e exige que se comprove o dolo. A lei anterior foi criada como resposta à onda de corrupção que devastava a gestão pública federal e por pressão popular. Para evitar práticas perniciosas e a impunidade, a nova lei busca punir o desonesto e não o gestor por um ato de menor ofensa. Uma só cidade do interior de São Paulo, por exemplo, nos últimos 16 anos, teve 80% de prefeitos e ex-prefeitos enquadrados por improbidade, o que demonstra o rigor da lei.</p>
<h2>4. O prazo prescricional e de investigações sofreram alterações?</h2>
<p>Para investigação, o prazo é de 180 dias corridos para conclusão, admitindo uma única prorrogação por igual período. Para o ajuizamento da ação, o prazo será alterado de 5 para 8 anos, a partir da ocorrência do fato, permitindo um inquérito prévio mais qualificado. Outra novidade é que no caso de não haver provas de improbidade, ao final da ação, o acusado deverá ser ressarcido.</p>
<h2>5. Quem poderá ajuizar ações por improbidade?</h2>
<p>O novo projeto estipula que será exclusivamente o Ministério Público que passará a centralizar todas as investigações. A Lei anterior previa que outros entes públicos pudessem ingressar em Juízo, mas na maioria dos casos ficava no âmbito do MP, que já fez críticas à lei aprovada, por considerá-la um retrocesso na defesa da moralidade administrativa.</p>
<ul>
<li>Leia mais: <a href="https://dev.lbca.online/compliance-e-praticas-anticompetitivas-no-rh/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compliance e práticas anticompetitivas no RH</a></li>
</ul>
<p><a class="botao-noticia" href="https://dev.lbca.online/coronavirus" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Confira  as últimas atualizações jurídicas sobre o impacto do Coronavírus no Brasil e no mundo/a&gt;&lt;/a</a></p>
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