Dia: 20 de dezembro de 2021

  • LBCA é o 1° escritório de advocacia a integrar grupo DNA USP

    LBCA é o 1° escritório de advocacia a integrar grupo DNA USP

    Validada pela Agência USP de Inovação (AUSPIN), a Lee, Brock, Camargo Advogados (LBCA) é a primeira sociedade de advogados a fazer parte de um seleto grupo de organizações que podem utilizar o selo DNA USP, que traz em si a marca da inovação e do empreendedorismo em suas atividades.

    A marca DNA USP foi criada pela AUSPIN para identificar organizações constituídas por egressos da Universidade de São Paulo, sejam alunos, ex-alunos ou pesquisadores. Este é o caso dos sócios que dão nome à sociedade: Yun Ki Lee, Eduardo Brock e Solano de Camargo. Todos se graduaram pela Faculdade de Direito da USP, portanto, todos possuem o DNA USP.

    O impacto da Agência USP de Inovação é amplo e vem a cada ano reforçando seu papel. No balanço de 2019, há o registro de 74 patentes no Brasil (sendo 13 no exterior), com um faturamento de R$ 3,44 milhões em royalties. Suas startups incubadas faturaram 41,7 milhões, sendo 6 delas já consideradas unicórnios, entre outros dados que consolidam sua atuação em prol da inovação.

  • Síndrome de Burnout ganha nova classificação da OMS

    Síndrome de Burnout ganha nova classificação da OMS

    Ampliada durante a pandemia da Covid-19, a Síndrome de Burnout é um dos transtornos mentais com os quais as empresas estão tendo de lidar. A partir de 1º de janeiro de 2022, ela ganha nova Classificação Internacional de Doenças (CID-11) da Organização Mundial da Saúde e deve ser vista sobre novo prisma pelas companhias.

    1. O que é a Síndrome de Burnout?

    Vem sendo tratada como distúrbio psíquico com origem no esgotamento emocional, com base em uma rotina estressante, que ganhou projeção no mundo do trabalho durante a pandemia da Covid-19. É considerada doença ocupacional desde 2019, que se ampliou com o teletrabalho e atualmente afeta 30% da população economicamente ativa, segundo a International Stress Management Association.

    2. O que muda com a nova classificação da OMS?

    A Síndrome de Burnout deixa de ser problema de saúde mental e passa a ser classificada “como estresse crônico no local trabalho que não foi gerenciado com sucesso”. Portanto, a síndrome tem relação com a gestão corporativa, possível, fator desencadeante dessa doença ocupacional. Diante desse cenário, deve ser monitorada preventivamente.

    3. Como a síndrome é detectável?

    Reúne uma série de sintomas psicológicos e físicos, como mudanças de humor, episódios de ansiedade, atrasos, tendência ao isolamento, dor de cabeça, taquicardia, insônia, entre outros. As empresas devem atuar para dar suporte para as suas equipes, no sentido de prevenir o risco da Síndrome de Burnout, criando um ambiente de trabalho mais saudável.

    4. O trabalho remoto tende a acentuar a síndrome?

    Pelo que foi constatado ao longo da pandemia, as condições de isolamento propiciaram a recorrência da doença. No seu combate, as empresas vêm adotando uma cultura organizacional mais preocupada com a saúde mental de seus profissionais, criando mais bem-estar físico e psicológico, com terapias on-line, aulas de meditação, Yoga, ginástica etc.

  • Banca LBCA divulga relatório de práticas ESG e sustentabilidade

    Banca LBCA divulga relatório de práticas ESG e sustentabilidade

    O escritório Lee, Brock, Camargo Advogados (LBCA) lançou seu Relatório de Práticas ESG e Sustentabilidade para demonstrar que é uma banca pautada por boas práticas ambientais, sociais e de governança (environmental, social and governance).

    A firma instituiu um comitê que está liderando a consolidação da cultura ESG, estabelecida em cinco pilares — sustentabilidade, inovação, diversidade e inclusão, voluntariado e excelência —, que conversam com os valores do escritório.

    O relatório também traz a agenda do LBCA voltada à Agenda 2030 e aos 17 objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas, estipulando quais deles se encontram em prática.

    Dentro dessa perspectiva, um dos projetos implantados é a Justiça sustentável, que atende ao ODS-16 – Paz, Justiça e Instituições Eficazes, e está voltado a ampliar o acesso à justiça por meio de uma série de ações: perspectiva preventivas (práticas e políticas internas), gestão de contencioso, de dados e metadados, canais de atendimento mais acessíveis, conciliação e mediação, incentivo ao Programa Empresa Amiga da Justiça do Tribunal de Justiça de São Paulo, aplicação ética e racional da inteligência artificial, soluções para resolução de conflitos e combate a fomentadores de litígios.

    O relatório registra que, nas instalações de um smart building, o LBCA trabalha a partir de três focos: solidez ambiental, ações sociais e governança.

    Na solidez ambiental, concentram-se esforços intensivos no Green IT, com uma série de práticas para preservar o meio ambiente, mitigando as atividades da tecnologia da informação sobre o planeta.

    Nas ações sociais, abre-se uma série de iniciativas voltadas aos grupos minorizados da banca (mulheres, negros, LGBTQIA+, pessoas com deficiência e refugiados, entre outros), promovendo a diversidade com inclusão, campanhas de conscientização nas redes sociais, debates em webinários temáticos, inclusão de cláusulas de diversidade e inclusão em seus instrumentos, pioneirismo na integração de advogados trans, sala de aleitamento materno, além de uma série de outras ações para mitigar os impactos da Covid-19, interna e externamente, e campanhas sociais. Entre elas, #ajudecomopuder, LBCA na Comunidade e o LBCAbraça — este último dividido em três frentes: orientação jurídica para microempreendedores de baixa renda, capacitação para jovens advogadas e advogados e mentoria para estudantes de Direito.

    Já no foco na governança, os destaques estão na adoção de um código de ética e conduta, canal de compliance e segurança de dados, com operação NOC 24×7 (centro de operações de rede), gestão de ameaça e vulnerabilidades, tecnologia contra-ataques DDOs (negação distribuída de serviço), report de gestão de incidentes, entre outras ações.

    Nova área

    Na nova área de Práticas ESG, o LBCA atua com consultoria sobre responsabilidades, estruturações de práticas e mensuração de riscos que possam comprometer os pilares ESG das empresas, desenvolvimento de estratégias específicas e segmento de litígios.

    A LBCA pretende auxiliar as corporações a iniciarem essa transição para as práticas ESG, a partir da definição de uma agenda essencial, visando a um novo futuro de transformações no período pós-pandêmico em curso e ajudando a entender os interesses atuais de todos os stakeholders.

    Clique aqui para ler o relatório