Dia: 2 de outubro de 2025

  • Lee, Brock, Camargo Advogados (LBCA) anuncia novo CEO

    Lee, Brock, Camargo Advogados (LBCA) anuncia novo CEO

    Com habilidade em gerir pessoas, valorizar o diálogo e a escuta ativa, Rogério Florêncio Silva assume o cargo de CEO da Lee, Brock, Camargo Advogados (LBCA), ressaltando que um dos ativos fundamentais dentro das organizações são seus profissionais.

    “Sem dúvida, as pessoas são o principal patrimônio de uma empresa, seu diferencial. São as pessoas que constroem o sucesso de uma organização, com seu conhecimento, criatividade, empenho”, diz.

    Para Rogério, um escritório de advocacia não difere de outros negócios quando é necessário definir estratégias, tomar decisões e saber por quais caminhos seguir para garantir crescimento e desempenho sustentáveis.

    “Há particularidades, mas não vejo grandes contraposições. Aparentemente são diferentes, porém os desafios são iguais, porque o escritório de advocacia é um negócio que está inserido em um contexto econômico e terá de se pautar por princípios de gestão que são comuns a qualquer organização”, explica Rogério.

    CONFIRA O CONTEÚDO COMPLETO NA ÍNTEGRA: Lee, Brock, Camargo Advogados (LBCA) anuncia novo CEO

  • Novo CEO da LBCA valoriza capital humano e inovação

    Novo CEO da LBCA valoriza capital humano e inovação

    Com habilidade em gerir pessoas, valorizar o diálogo e a escuta ativa, Rogério Florêncio Silva assume como novo CEO da Lee, Brock, Camargo (LBCA) – um dos dez maiores escritórios do país – ressaltando que um dos ativos fundamentais dentro das organizações são seus profissionais. Sem dúvida, as pessoas são o principal patrimônio de uma empresa, seu diferencial. São as pessoas que constroem o sucesso de uma organização, com seu conhecimento, criatividade, empenho”, diz.

    Para Rogério, que atuou em algumas das maiores companhias do país – como Whirlpool, Semp-Toshiba, Arteb, Mondial – um escritório de advocacia não difere de outros negócios quando é necessário definir estratégias, tomar decisões e saber por quais caminhos seguir para garantir crescimento e desempenho sustentáveis. “Há particularidades, mas não vejo grandes contraposições. Aparentemente são diferentes, porém os desafios são iguais, porque o escritório de advocacia é um negócio que está inserido em um contexto econômico e terá de se pautar por princípios de gestão que são comuns a qualquer organização”, explica Rogério.

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  • Dilemas da arquitetura financeira e a crise climática

    Dilemas da arquitetura financeira e a crise climática

    COP30 pode redefinir os rumos da finança climática global

    Nos últimos anos tem crescido a preocupação de diferentes players em torno da construção de uma nova arquitetura financeira internacional para que o planeta possa superar as desigualdades entre o Norte e o Sul Globais e viabilizar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), cujos custos são estimados em US$ 2 trilhões anuais.

    Essa inquietação constou de editorial da prestigiosa revista científica Nature no final do ano passado, que avaliava que 2025 concentraria esforços para viabilizar esta mudança, impulsionando a economia verde.

    A expectativa da Nature estava concentrada na realização da 4ª Conferência Internacional sobre Financiamento para o Desenvolvimento da ONU, em junho e julho, em Sevilha (Espanha), que ofereceria uma oportunidade para reformar a governança financeira do mundo, essencial para o desenvolvimento sustentável. Contudo, o Compromisso de Sevilha, documento final do encontro, não atingiu os compromissos para superar o desafio do financiamento climático e a preservação planetária, mesmo com as 130 iniciativas propostas.

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