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	<title>LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</title>
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	<title>LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</title>
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		<title>Teses ilusórias sobre a IA no contencioso jurídico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Roberto Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 12:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LBCA na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[contencioso]]></category>
		<category><![CDATA[IA no Direito;]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia jurídica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A inteligência artificial vem transformando a advocacia ao acelerar análises, organizar informações e automatizar atividades que antes consumiam horas de trabalho. No contencioso jurídico, porém, seu avanço não significa necessariamente a substituição da experiência profissional ou a equalização da qualidade das estratégias de defesa. Em artigo publicado no Migalhas, Gustavo Cesar Terra Teixeira, sócio da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A inteligência artificial vem transformando a advocacia ao acelerar análises, organizar informações e automatizar atividades que antes consumiam horas de trabalho. No contencioso jurídico, porém, seu avanço não significa necessariamente a substituição da experiência profissional ou a equalização da qualidade das estratégias de defesa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em artigo publicado no <strong>Migalhas</strong>, <strong><a href="https://dev.lbca.online/_profissionais/gustavo-cesar-terra-teixeira/">Gustavo Cesar Terra Teixeira</a></strong>, sócio da LBCA, analisa os limites da inteligência artificial aplicada ao contencioso e argumenta que a tecnologia funciona melhor como um multiplicador da capacidade do advogado, e não como substituta do julgamento jurídico e da experiência acumulada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir de um caso concreto envolvendo uma relação de consumo, o autor demonstra como contradições entre a narrativa processual e as provas apresentadas, e até mesmo a ausência de documentos que seriam naturalmente esperados, podem assumir papel decisivo na construção da defesa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Gustavo, ferramentas de IA são capazes de processar documentos, identificar informações relevantes, apoiar pesquisas jurisprudenciais e produzir peças juridicamente consistentes. O desafio está em atribuir a cada elemento o seu real peso estratégico dentro do caso concreto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É nesse ponto que experiência, curiosidade investigativa e julgamento situacional continuam sendo determinantes. Mais do que identificar o que está presente nos autos, uma defesa de alto nível exige questionar o que deveria estar ali, por que não está e o que essa ausência pode revelar sobre a narrativa apresentada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo propõe, assim, uma perspectiva diferente para o debate sobre inteligência artificial no Direito: a tecnologia pode elevar a produtividade e a qualidade do trabalho jurídico, mas seu maior potencial aparece quando combinada à especialização humana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na advocacia de alta performance, a IA não necessariamente democratiza a excelência. Ela pode acelerar a excelência de quem já possui repertório, experiência e capacidade estratégica para direcioná-la.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira o artigo na íntegra no Migalhas:<br>“<a href="https://www.migalhas.com.br/depeso/462791/teses-ilusorias-sobre-a-ia-no-contencioso-juridico">Teses ilusórias sobre a IA no contencioso jurídico</a>”, por Gustavo Cesar Terra Teixeira.</p>
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		<title>Quando a IA vira commodity, governança ganha impulso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adm Sites]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 13:05:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LBCA na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[commodity]]></category>
		<category><![CDATA[Governança]]></category>
		<category><![CDATA[ia]]></category>
		<category><![CDATA[inteligencia artifcial]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A maioria dos departamentos jurídicos brasileiros ainda não atingiu a maturidade na adoção de IA, e muito menos chegou à etapa de governança. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A conversa sobre IA no contencioso precisa amadurecer. Nos últimos dois anos, o mercado jurídico se perguntou se deveria adotar a inteligência artificial. Essa pergunta já não faz mais sentido. A tecnologia que até pouco tempo atrás era diferencial competitivo está se transformando em infraestrutura básica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O e-mail já foi vantagem competitiva no Direito. O processo eletrônico também. Atualmente, ninguém contrata um escritório por ter qualquer um dos dois. É assim que funciona: quando uma capacidade se generaliza, ela deixa de distinguir quem a possui.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira na íntegra: <a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/artigos/quando-a-ia-vira-commodity-governanca-ganha-impulso" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.jota.info/opiniao-e-analise/artigos/quando-a-ia-vira-commodity-governanca-ganha-impulso</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>Simples Nacional: setembro será decisivo para o recolhimento do IBS e da CBS</title>
		<link>https://dev.lbca.online/simples-nacional-setembro-sera-decisivo-para-o-recolhimento-do-ibs-e-da-cbs/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Adm Sites]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 14:50:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LBCA Informa]]></category>
		<category><![CDATA[CBS]]></category>
		<category><![CDATA[DAS]]></category>
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		<category><![CDATA[impostos]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária]]></category>
		<category><![CDATA[Simples Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As empresas que não fizerem a opção permanecerão automaticamente com o IBS e a CBS recolhidos de forma unificada no Simples Nacional, por meio do DAS. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">As empresas optantes pelo Simples Nacional terão, entre <strong>1º e 30 de setembro de 2026</strong>, um período importante para definir como será feito o <strong>recolhimento do IBS e da CBS</strong> a partir de 2027.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse prazo, as empresas poderão escolher se os novos tributos instituídos pela <strong>Reforma Tributária</strong> continuarão incluídos no Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) ou se serão apurados e recolhidos separadamente pelo regime regular, no chamado <strong>modelo híbrido do Simples Nacional</strong>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão poderá produzir efeitos tributários, financeiros e operacionais e, por isso, exige uma análise que considere as características de cada negócio.&nbsp;</p>



<h2 id="h-como-funcionara-a-opcao-pelo-modelo-hibrido-do-simples-nacional-nbsp" class="wp-block-heading"><strong>Como funcionará a opção pelo modelo híbrido do Simples Nacional?&nbsp;</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A opção realizada em setembro de 2026 produzirá efeitos entre <strong>janeiro e junho de 2027</strong> e poderá ser cancelada até o último dia de novembro de 2026. Após esse prazo, a escolha será irretratável para o período.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">As empresas que não fizerem a opção permanecerão automaticamente com o <strong>IBS e a CBS recolhidos de forma unificada no Simples Nacional</strong>, por meio do DAS.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma nova oportunidade de escolha ocorrerá em <strong>março de 2027</strong>, com efeitos para o segundo semestre daquele ano.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">As regras foram estabelecidas pela <strong>Resolução CGSN nº 186/2026</strong>, em conformidade com a <strong>Lei Complementar nº 214/2025</strong>, que regulamenta aspectos da Reforma Tributária sobre o consumo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">LEIA TAMBÉM:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://dev.lbca.online/reforma-tributaria-sua-empresa-esta-preparada-para-os-impactos-em-contratos-e-operacoes/" data-type="post" data-id="32082" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Reforma Tributária: sua empresa está preparada para os impactos em contratos e operações?</a></p>



<h2 id="h-ibs-e-cbs-no-simples-nacional-opcao-pelo-modelo-hibrido" class="wp-block-heading"><strong>IBS e CBS no Simples Nacional: opção pelo modelo híbrido</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão, contudo, não deve ser tomada apenas com base na comparação nominal de alíquotas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No <strong>modelo híbrido</strong>, o recolhimento regular do IBS e da CBS poderá permitir a apropriação e a transferência de créditos, o que pode ser relevante para empresas que atuem em cadeias empresariais.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, também poderá aumentar a carga tributária, as obrigações acessórias e a complexidade operacional.</p>



<h2 id="h-o-que-as-empresas-devem-avaliar-antes-de-setembro-de-2026-nbsp" class="wp-block-heading"><strong>O que as empresas devem avaliar antes de setembro de 2026?&nbsp;</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A preparação para a escolha deve considerar fatores como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>o perfil dos clientes e fornecedores;</li>



<li>a estrutura de custos da empresa;</li>



<li>o potencial de aproveitamento e transferência de créditos de IBS e CBS;</li>



<li>os possíveis impactos na carga tributária;</li>



<li>os reflexos financeiros sobre preços e margens;</li>



<li>o aumento de obrigações acessórias e da complexidade operacional.</li>
</ul>



<h2 id="h-setembro-sera-um-periodo-estrategico-para-empresas-do-simples-nacional-nbsp" class="wp-block-heading"><strong>Setembro será um período estratégico para empresas do Simples Nacional&nbsp;</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Setembro não será apenas um prazo formal. A escolha deverá ser precedida de uma análise concreta dos impactos tributários, financeiros e operacionais de cada alternativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antecipar essa análise permitirá que as empresas cheguem ao período de opção com maior clareza sobre os impactos de cada alternativa e tomem uma decisão fundamentada em sua própria estrutura operacional e financeira.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>Inteligência artificial, provas digitais e litigância predatória pautam 2º Congresso Brasileiro de Inteligência Artificial no Direito da OAB SP</title>
		<link>https://dev.lbca.online/inteligencia-artificial-provas-digitais-e-litigancia-predatoria-pautam-2-congresso-brasileiro-de-inteligencia-artificial-no-direito-da-oab-sp/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Adm Sites]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 16:40:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LBCA na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[ia]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[litigância predatória]]></category>
		<category><![CDATA[OAB SP]]></category>
		<category><![CDATA[provas digitais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Encontro fez parte da programação do Universo da Advocacia, com uma agenda que inclui seminários, painéis, workshops, lançamentos e atrações culturais ao longo de agosto</p>
<p>O post <a href="https://dev.lbca.online/inteligencia-artificial-provas-digitais-e-litigancia-predatoria-pautam-2-congresso-brasileiro-de-inteligencia-artificial-no-direito-da-oab-sp/">Inteligência artificial, provas digitais e litigância predatória pautam 2º Congresso Brasileiro de Inteligência Artificial no Direito da OAB SP</a> apareceu primeiro em <a href="https://dev.lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Com um debate sobre os desafios da inteligência artificial para o Direito, a OAB SP (Ordem dos Advogados do Brasil Seção São Paulo) abriu a programação do Universo da Advocacia, iniciativa que celebra o Mês da Advocacia. Nesta segunda-feira (3), aconteceu o 2º Congresso Brasileiro de Inteligência Artificial no Direito &#8211; Perigos na Advocacia em Tempos de IA, que reuniu magistrados, professores, advogados, especialistas em tecnologia e representantes da iniciativa privada para discutir os impactos da IA na Justiça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na abertura do evento, o presidente da OAB SP, Leonardo Sica, pontuou que a profissão teve participação importante na construção das instituições, das bases do Estado e das nações, desempenhando papel fundamental no modelo institucional que sustenta a sociedade atual. &#8220;A advocacia foi artífice do desenho institucional do mundo em que vivemos. Agora, estamos diante de um fenômeno que exige, com urgência, um novo desenho institucional: a construção de um modelo brasileiro de inteligência artificial aplicada à Justiça. E a advocacia tem a função essencial de assumir o protagonismo dessa discussão.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira na íntegra:<a href="https://www.oabsp.org.br/jornaldaadvocacia/26-08-04-1414-inteligencia-artificial-provas-digitais-e-litigancia-predatoria-pautam-segundo-congresso-brasileiro-de-inteligencia-artificial-no-direito-da-oab-sp" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> https://www.oabsp.org.br/jornaldaadvocacia/26-08-04-1414-inteligencia-artificial-provas-digitais-e-litigancia-predatoria-pautam-segundo-congresso-brasileiro-de-inteligencia-artificial-no-direito-da-oab-sp</a></p>
<p>O post <a href="https://dev.lbca.online/inteligencia-artificial-provas-digitais-e-litigancia-predatoria-pautam-2-congresso-brasileiro-de-inteligencia-artificial-no-direito-da-oab-sp/">Inteligência artificial, provas digitais e litigância predatória pautam 2º Congresso Brasileiro de Inteligência Artificial no Direito da OAB SP</a> apareceu primeiro em <a href="https://dev.lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Terceirização Trabalhista quase 10 anos depois: por que a permissão legal não elimina os riscos</title>
		<link>https://dev.lbca.online/terceirizacao-trabalhista-quase-10-anos-depois-por-que-a-permissao-legal-nao-elimina-os-riscos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Adm Sites]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 18:08:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LBCA Informa]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[riscos]]></category>
		<category><![CDATA[terceirização]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> Entenda o que é terceirização trabalhista, quais os tipos de responsabilidade legal, os principais riscos e como estruturar uma operação segura e eficiente.</p>
<p>O post <a href="https://dev.lbca.online/terceirizacao-trabalhista-quase-10-anos-depois-por-que-a-permissao-legal-nao-elimina-os-riscos/">Terceirização Trabalhista quase 10 anos depois: por que a permissão legal não elimina os riscos</a> apareceu primeiro em <a href="https://dev.lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Justiça do Trabalho brasileira segue como uma das mais movimentadas do mundo, e uma parcela relevante desse contencioso envolve empresas tomadoras de serviços terceirizados. Depois de 2017, a discussão deixou de ser sobre a legalidade do modelo e passou a ser sobre governança: qualquer atividade pode ser terceirizada, mas nem toda terceirização protege a contratante do passivo trabalhista da prestadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas ampliar a permissão legal não eliminou os riscos. Ao contrário: sem estrutura de governança adequada, a terceirização que deveria reduzir custos pode criar passivos trabalhistas significativos, gerar litígios prolongados e comprometer a reputação da empresa no mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este artigo explica o que é terceirização trabalhista, como funciona o regime de responsabilidades, quais são os erros mais comuns e quais práticas as empresas que operam com segurança adotam.</p>



<h2 id="h-o-que-e-terceirizacao-trabalhista" class="wp-block-heading"><strong>O que é terceirização trabalhista?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Terceirização trabalhista é a contratação de uma empresa prestadora de serviços para executar atividades que seriam realizadas por trabalhadores vinculados diretamente à empresa contratante. Nessa relação, o vínculo empregatício permanece entre o trabalhador e a prestadora, não com a tomadora dos serviços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como sintetiza a doutrina clássica sobre o tema — em especial Maurício Godinho Delgado —, a terceirização opera uma dissociação entre a relação econômica de trabalho e o vínculo justrabalhista: o trabalhador integra o processo produtivo do tomador de serviços, mas os laços empregatícios permanecem com a prestadora interveniente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, isso significa que a empresa contratante recebe o serviço, mas quem admite, remunera e gerencia o trabalhador é a prestadora. Essa separação cria oportunidades de eficiência operacional, mas também obrigações de fiscalização que muitas empresas subestimam.</p>



<h2 id="h-o-que-diz-a-legislacao-brasileira-sobre-terceirizacao" class="wp-block-heading"><strong>O que diz a legislação brasileira sobre terceirização?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A terceirização de qualquer atividade empresarial passou a ser expressamente permitida com a Reforma Trabalhista de 2017. Antes, a Súmula 331 do TST limitava a terceirização às chamadas atividades-meio, criando incerteza jurídica sobre contratos de serviços em setores essenciais do negócio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a Lei nº 13.429/2017 (trabalho temporário) e a Lei nº 13.467/2017 (Reforma Trabalhista), esse cenário mudou. O STF confirmou a constitucionalidade da terceirização ampla nas decisões da ADPF 324 e do RE 958.252, encerrando a discussão sobre a legalidade do modelo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que permanece são as obrigações de fiscalização por parte da empresa contratante e o regime de responsabilidade subsidiária, hoje consagrado no art. 5º-A, §5º, da Lei nº 6.019/1974 (com redação dada pela Lei nº 13.429/2017) e reafirmado pela Súmula 331 do TST.</p>



<h2 id="h-tipos-de-responsabilidade-na-terceirizacao" class="wp-block-heading"><strong>Tipos de responsabilidade na terceirização</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Compreender as modalidades de responsabilidade é o ponto de partida para qualquer decisão estratégica sobre terceirização.</p>



<h3 id="h-responsabilidade-subsidiaria" class="wp-block-heading"><strong>Responsabilidade subsidiária</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">É o regime padrão nas relações de terceirização lícita. A empresa contratante responde pelas obrigações trabalhistas da prestadora apenas em segundo plano, após esgotadas as tentativas de cobrança da própria prestadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na leitura da doutrina especializada — de que é referência Vólia Bomfim Cassar —, esse regime impõe à tomadora responder pelos créditos trabalhistas apenas após a execução infrutífera do patrimônio da prestadora, com observância do benefício de ordem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse regime oferece previsibilidade e permite planejamento financeiro adequado, desde que a empresa mantenha documentação de fiscalização e contrate prestadoras com saúde financeira comprovada.</p>



<h3 id="h-responsabilidade-solidaria" class="wp-block-heading"><strong>Responsabilidade solidária</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">É o regime excepcional, que ocorre em situações específicas: fraude comprovada, intermediação irregular de mão de obra ou configuração de grupo econômico. Nesses casos, a empresa contratante responde na mesma proporção da prestadora, sem o benefício de ordem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conhecer as fronteiras entre os dois regimes permite que gestores estruturem operações eficientes sem atravessar linhas que possam caracterizar responsabilização solidária.</p>



<h3 id="h-culpa-in-eligendo-e-culpa-in-vigilando" class="wp-block-heading"><strong>Culpa in eligendo e culpa in vigilando</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Dois conceitos adicionais moldam a exposição jurídica da empresa contratante.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A culpa in eligendo</strong> diz respeito à escolha da prestadora. Contratar uma empresa sem regularidade trabalhista, sem capacidade econômica ou sem estrutura para cumprir suas obrigações pode ser interpretado como negligência na seleção e aumentar a responsabilização da tomadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A culpa in vigilando</strong> diz respeito ao monitoramento durante a execução do contrato. A jurisprudência trabalhista tem, de forma consistente, distribuído dinamicamente o ônus da prova em favor de quem detém a documentação da fiscalização — tipicamente, a tomadora. Em outras palavras: comprovar que houve controle efetivo sobre o cumprimento das obrigações trabalhistas da prestadora é, na prática, ônus da empresa contratante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">LEIA TAMBÉM:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://dev.lbca.online/stf-suspende-multas-da-nr1-sobre-riscos-psicossociais/" data-type="post" data-id="31950" target="_blank" rel="noreferrer noopener">STF </a><a href="https://dev.lbca.online/stf-suspende-multas-da-nr1-sobre-riscos-psicossociais/" data-type="post" data-id="31950">suspende multas da NR-1 sobre riscos psicossociais</a></p>



<h2 id="h-os-riscos-mais-comuns-na-terceirizacao-mal-estruturada" class="wp-block-heading"><strong>Os riscos mais comuns na terceirização mal estruturada</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que terceirizam sem estrutura de governança enfrentam três categorias principais de risco.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Risco jurídico: </strong>responder subsidiariamente por débitos trabalhistas, previdenciários e de FGTS de prestadoras inadimplentes. Em casos de fiscalização inadequada ou contratos mal redigidos, o risco pode avançar para responsabilidade solidária.</li>



<li><strong>Risco operacional: </strong>alta rotatividade de pessoal terceirizado, acidentes de trabalho por ausência de protocolos de segurança, e disrupções quando uma prestadora encerra atividades sem planejamento de transição.</li>



<li><strong>Risco reputacional: </strong>associação a condições precárias de trabalho, reclamações em canais de ouvidoria e exposição em fiscalizações do Ministério do Trabalho.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Uma armadilha frequente é a confusão entre terceirização legítima e outros modelos contratuais como distribuição, franquia ou representação comercial. A natureza jurídica do contrato precisa refletir a realidade da relação. Elementos como pessoalidade, subordinação direta ou controle de jornada podem requalificar um contrato mercantil como vínculo empregatício.</p>



<h2 id="h-como-estruturar-uma-terceirizacao-trabalhista-segura" class="wp-block-heading"><strong>Como estruturar uma terceirização trabalhista segura</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que operam com baixa exposição a litígios trabalhistas não chegaram a esse resultado por sorte. Elas adotam processos consistentes em três frentes.</p>



<h3 id="h-1-selecao-criteriosa-da-prestadora" class="wp-block-heading"><strong>1. Seleção criteriosa da prestadora</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O due diligence vai além da verificação de documentos básicos. Inclui:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Certidão Negativa de Débitos Trabalhistas</li>



<li>Regularidade perante FGTS e INSS</li>



<li>Certidões de distribuição fiscal e falimentar</li>



<li>Análise de capacidade econômico-financeira (balanço patrimonial, capital social)</li>



<li>Verificação do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), previsto na NR-7</li>



<li>Verificação do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) e do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO), previstos na NR-1, com atenção especial à gestão de riscos psicossociais (obrigação em vigor para fins fiscalizatórios desde maio de 2026, na esteira da Portaria MTE nº 1.419/2024)</li>



<li>Comprovação de treinamentos obrigatórios específicos para a atividade contratada</li>
</ul>



<h3 id="h-2-arquitetura-contratual-estrategica" class="wp-block-heading"><strong>2. Arquitetura contratual estratégica</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O contrato precisa ir além das cláusulas padrão. Elementos essenciais:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Definição clara e detalhada do escopo de atividades</li>



<li>Cláusulas de compliance com penalidades progressivas por inadimplemento trabalhista</li>



<li>Condicionamento do pagamento de faturas à entrega de comprovantes de quitação trabalhista e previdenciária</li>



<li>Cláusulas de auditoria e acesso, permitindo verificações documentais e presenciais</li>



<li>Seguros-garantia equivalentes a determinados meses do contrato</li>



<li>Direitos de step-in para situações críticas, permitindo que a contratante assuma temporariamente a operação</li>



<li>Protocolo de offboarding com verificação final de quitação de verbas e emissão de certidões de regularidade</li>
</ul>



<h3 id="h-3-monitoramento-continuo" class="wp-block-heading"><strong>3. Monitoramento contínuo</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A fiscalização documentada é o maior ativo da empresa contratante em caso de disputa judicial. As práticas mais eficazes incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Prestação de contas mensal com entrega de guias de FGTS, INSS e folha de pagamento</li>



<li>Auditorias semestrais com verificação documental e inspeção presencial</li>



<li>Entrevistas periódicas com trabalhadores terceirizados</li>



<li>Acompanhamento de indicadores: rotatividade, acidentes, reclamações</li>



<li>Canais de denúncia acessíveis aos trabalhadores terceirizados</li>
</ul>



<h2 id="h-a-terceirizacao-como-decisao-estrategica-nao-apenas-operacional" class="wp-block-heading"><strong>A terceirização como decisão estratégica, não apenas operacional</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O ponto central que diferencia organizações que prosperam das que apenas sobrevivem está na forma como encaram a terceirização. Empresas maduras não terceirizam para transferir problemas. Elas terceirizam para concentrar recursos em suas competências centrais, acessar expertise especializada e construir operações mais eficientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso exige uma mudança de mentalidade. Governança não é custo adicional. É investimento em sustentabilidade operacional, redução de riscos e reputação de mercado. Empresas reconhecidas pela excelência em gestão de terceiros atraem prestadoras de melhor qualidade, negociam condições mais favoráveis e criam relações comerciais mais sólidas e duradouras.</p>



<h2 id="h-perguntas-frequentes-sobre-terceirizacao-trabalhista" class="wp-block-heading"><strong>Perguntas frequentes sobre terceirização trabalhista</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A terceirização de atividade-fim é permitida?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. Desde 2017, a Lei nº 13.467 autoriza a terceirização de qualquer atividade, incluindo a atividade-fim da empresa. O STF confirmou essa interpretação na ADPF 324 e no RE 958.252.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que é responsabilidade subsidiária na terceirização?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">É o regime em que a empresa contratante responde pelas obrigações trabalhistas da prestadora&nbsp; após esgotadas as tentativas de cobrança da própria prestadora, com benefício de ordem.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quando surge a responsabilidade solidária?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em situações de fraude comprovada, intermediação irregular de mão de obra ou configuração de grupo econômico. Nesses casos, não há benefício de ordem e a empresa contratante responde na mesma proporção da prestadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como se proteger juridicamente ao contratar uma prestadora de serviços?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com due diligence na seleção (certidões, regularidade fiscal e previdenciária, capacidade econômica), contratos bem estruturados com cláusulas de compliance e fiscalização contínua documentada durante toda a execução.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Qual a diferença entre culpa in eligendo e culpa in vigilando?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Culpa in eligendo é a responsabilidade pela escolha inadequada da prestadora. Culpa in vigilando é a responsabilidade por falhas no monitoramento durante o contrato. Ambas aumentam a exposição da empresa contratante em casos de inadimplemento da prestadora.</p>



<h2 id="h-quer-aprofundar-esse-tema-na-sua-empresa" class="wp-block-heading"><strong>Quer aprofundar esse tema na sua empresa?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A estruturação da terceirização trabalhista envolve decisões jurídicas, operacionais e financeiras que variam conforme o setor, o porte e o modelo de negócio de cada organização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As sócias Tereza Ribeiro e Patrícia Caciquinho, sócias da área Trabalhista da LBCA, desenvolveram um guia estratégico completo sobre o tema, com mapeamento de riscos, framework de governança, casos reais dos tribunais superiores e roadmap de implementação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acesse o e-book gratuito: <strong><a href="https://conteudo.lbca.com.br/terceirizacao-trabalhista-estrategica-ebook" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Terceirização Trabalhista Estratégica</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>A crise semântica do conceito ESG</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 19:26:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LBCA na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[agenda]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Governança]]></category>
		<category><![CDATA[Social]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atualmente, o ESG enfrenta mais do que um desgaste conceitual, vive o que poderíamos designar de uma crise semântica. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O vocabulário corporativo reúne termos “hypes” e poucos deles tiveram tanto destaque quanto o <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/esg" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ESG</a> (boas práticas ambientais, sociais e de governança) nas últimas duas décadas, sendo ao mesmo tempo idealizado e contestado. Atualmente, enfrenta mais do que um desgaste conceitual, vive o que poderíamos designar de uma crise semântica. O cerne da questão não está centrado na perda de popularidade do ESG em alguns setores, mas no amplo significado que acabou abrangendo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso, há quem esteja decretando a morte prematura do ESG. É o caso de Katie Martin, colunista e integrante do conselho editorial do <em>Financial Times</em>. Em artigo¹ publicado recentemente, ela enfatiza que o ESG sucumbiu em decorrência de suas “contradições internas” e por projetar expectativas além da realidade. Martin ampara  parte de seus argumentos nas saídas  líquidas  de recursos de fundos sustentáveis da ordem de US$ 84 bilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">LEIA MAIS:  <a href="https://dev.lbca.online/o-esg-na-era-omnibus-da-uniao-europeia/" data-type="post" data-id="32055" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O ESG na era omnibus da União Europeia</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Argumento que se contradiz no próprio texto, ao comentar que a gestora europeia Amund registrou um recorde em captações para o fundo ESG, no primeiro semestre deste ano, de £ 43 bilhões. Embora as captações de 2025 sejam maiores, o ano ainda não terminou, ampliando naturalmente a expectativa de mais investimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia na íntegra: <a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/praticas-esg/a-crise-semantica-do-conceito-esg" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/praticas-esg/a-crise-semantica-do-conceito-esg</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>Debate sobre o fim da escala 6&#215;1 ganha nova dimensão e fator de tensão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adm Sites]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 13:48:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LBCA na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[escala 6x1]]></category>
		<category><![CDATA[leis trabalhistas]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O debate sobre a escala 6x1 vai além da jornada e envolve saúde, produtividade, negociação coletiva e sustentabilidade empresarial.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Existe um erro recorrente no debate público sobre o fim da escala 6&#215;1, a tendência de transformar uma discussão estruturalmente complexa em uma disputa simplificada entre proteção do trabalhador e resistência empresarial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O problema é que a discussão sobre jornada já não pode mais ser analisada apenas sob a ótica tradicional da legalidade formal. O debate passou a ocupar um espaço muito mais sensível dentro do Direito do Trabalho contemporâneo porque envolve, simultaneamente, saúde mental, produtividade, organização econômica, sustentabilidade operacional das empresas e os próprios limites constitucionais do uso da força de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante décadas, a escala 6&#215;1 foi a engrenagem operacional de setores inteiros da economia brasileira. Comércio, alimentação, limpeza, logística, hotelaria, saúde, vigilância, teleatendimento e serviços em geral estruturaram seus modelos de funcionamento a partir da lógica da atividade contínua. Não se trata, portanto, de um modelo periférico ou excepcional, mas de uma das bases históricas da organização produtiva brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira na íntegra: <a href="https://www.migalhas.com.br/depeso/460712/debate-sobre-o-fim-da-escala-6x1-ganha-nova-dimensao-e-fator-de-tensao" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.migalhas.com.br/depeso/460712/debate-sobre-o-fim-da-escala-6&#215;1-ganha-nova-dimensao-e-fator-de-tensao</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Reforma Tributária: sua empresa está preparada para os impactos em contratos e operações?</title>
		<link>https://dev.lbca.online/reforma-tributaria-sua-empresa-esta-preparada-para-os-impactos-em-contratos-e-operacoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Adm Sites]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 14:48:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LBCA Informa]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributaria]]></category>
		<category><![CDATA[tributos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O novo modelo pode influenciar a formação de preços, a geração e aproveitamento de créditos e a adequação de contratos, processos estruturados com base no sistema tributário atualmente vigente.</p>
<p>O post <a href="https://dev.lbca.online/reforma-tributaria-sua-empresa-esta-preparada-para-os-impactos-em-contratos-e-operacoes/">Reforma Tributária: sua empresa está preparada para os impactos em contratos e operações?</a> apareceu primeiro em <a href="https://dev.lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A implementação da Reforma Tributária do Consumo já iniciou sua fase operacional e passa a exigir atenção das empresas. Embora a transição ocorra de forma gradual, seus efeitos podem refletir diretamente na formação de preços, na estrutura contratual, na cadeia de fornecedores e na dinâmica financeira dos negócios, com intensidade variável conforme o setor de atuação e as características de cada organização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que alterar a incidência dos tributos, o novo modelo poderá influenciar a formação de preços, a geração e o aproveitamento de créditos, o custo efetivo das operações e a adequação de contratos, documentos comerciais e processos estruturados com base no sistema tributário atualmente vigente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dependendo do modelo de negócio e da estrutura operacional da empresa, alguns dos principais pontos de atenção incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>impactos sobre custos, preços ou margens, especialmente em operações de longo prazo ou com valores previamente definidos; </li>



<li>perda de eficiência econômica relacionada à estrutura de créditos e à composição da cadeia de fornecedores; </li>



<li>discussões envolvendo repasse de tributos, reequilíbrio econômico-financeiro e definição de responsabilidades em contratos vigentes; </li>



<li>dificuldades em processos de faturamento, pagamento e conciliação quando contratos, documentos fiscais, cadastros e sistemas não refletirem a mesma lógica operacional; e </li>



<li>impactos decorrentes da redução, transformação ou extinção de benefícios fiscais eventualmente utilizados pela empresa. </li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos aspectos tributários, a transição demanda uma análise integrada entre áreas jurídicas, fiscais, financeiras e operacionais, permitindo identificar prioridades e avaliar, de forma preventiva, eventuais reflexos sobre contratos, fornecedores e processos internos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">LEIA MAIS:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://dev.lbca.online/novo-guia-do-conar-traz-novas-exigencias-para-campanhas-com-influenciadores-digitais/" data-type="post" data-id="31666" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Novo Guia do CONAR traz novas exigências para campanhas com influenciadores digitais</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, as equipes de Direito Tributário e Direito Contratual da LBCA atuam de forma integrada para apoiar empresas na avaliação dos principais impactos decorrentes da transição, incluindo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>triagem e priorização de operações, contratos, fornecedores e documentos comerciais que apresentem maior exposição e demandem análise mais aprofundada; </li>



<li>simulação dos impactos econômicos da transição, com comparação entre a carga tributária atual e a futura, identificando as atividades potencialmente mais afetadas; </li>



<li>diagnóstico da estrutura de créditos e da cadeia de fornecedores, considerando possíveis perdas de eficiência e oportunidades de reorganização; </li>



<li>revisão direcionada de contratos e documentos comerciais, incluindo propostas, pedidos de compra, ordens de serviço, condições gerais de contratação e fluxos de aceite; e </li>



<li>análise dos benefícios fiscais atualmente utilizados e das estratégias de transição aplicáveis à realidade da empresa. </li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A extensão dessa avaliação dependerá das particularidades de cada organização, como o segmento de atuação, a estrutura operacional, a posição da empresa na cadeia de fornecimento, o volume e a relevância dos contratos e demais características específicas do negócio. O objetivo é estabelecer prioridades e direcionar as análises de forma proporcional aos riscos e às necessidades identificadas, evitando tanto revisões indiscriminadas quanto soluções padronizadas sem aderência ao contexto empresarial.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Acordo Mercosul–União Europeia: ferramenta da ApexBrasil ajuda empresas exportadoras a identificar oportunidades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adm Sites]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 21:09:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LBCA Informa]]></category>
		<category><![CDATA[acordo]]></category>
		<category><![CDATA[exportação]]></category>
		<category><![CDATA[mercosul]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Painel interativo reúne informações sobre tarifas, cronogramas de redução e mercados de destino, mas o acesso às preferências tarifárias continua condicionado ao cumprimento dos requisitos jurídicos e regulatórios.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Painel interativo reúne informações sobre tarifas, cronogramas de redução e mercados de destino, mas o acesso às preferências tarifárias continua condicionado ao cumprimento dos requisitos jurídicos e regulatórios.</strong></p>



<h2 id="h-acordo-mercosul-uniao-europeia-amplia-oportunidades-para-exportadores-brasileiros" class="wp-block-heading"><strong>Acordo Mercosul–União Europeia amplia oportunidades para exportadores brasileiros</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Desde <strong>1º de maio de 2026</strong>, entrou em vigor a aplicação provisória do <strong>Acordo de Comércio entre o Mercosul e a União Europeia</strong>, criando um regime progressivo de acesso preferencial ao mercado europeu para diversos produtos brasileiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como parte desse movimento, a <strong>ApexBrasil</strong>, em parceria com o <strong>Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC)</strong>, disponibilizou um <strong>painel interativo</strong> que permite identificar oportunidades comerciais por estado e produto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ferramenta centraliza informações estratégicas sobre mercados internacionais, tarifas e cronogramas de desgravação, facilitando a análise inicial das possibilidades de exportação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, a utilização efetiva dos benefícios previstos no acordo depende do atendimento de requisitos jurídicos, aduaneiros e regulatórios específicos.</p>



<h2 id="h-o-que-preve-o-acordo-mercosul-uniao-europeia" class="wp-block-heading"><strong>O que prevê o Acordo Mercosul–União Europeia?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O acordo estabelece um processo gradual de redução das barreiras tarifárias entre os países integrantes dos dois blocos econômicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre seus principais efeitos estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>eliminação imediata ou progressiva das tarifas para aproximadamente <strong>95% dos códigos tarifários exportados pelo Brasil</strong>; </li>



<li>redução parcial de tarifas ou aplicação de cotas para parte dos produtos; </li>



<li>ampliação do acesso de empresas brasileiras ao mercado europeu; </li>



<li>aumento da competitividade de determinados setores exportadores. </li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Para empresas que atuam no comércio internacional, compreender como cada produto será tratado ao longo do cronograma de redução tarifária torna-se parte importante do planejamento das operações.</p>



<h2 id="h-o-que-e-o-painel-da-apexbrasil" class="wp-block-heading"><strong>O que é o painel da ApexBrasil?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O painel desenvolvido pela ApexBrasil reúne informações anteriormente dispersas em diferentes bases públicas, permitindo consultas rápidas sobre oportunidades comerciais relacionadas ao acordo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os dados disponíveis estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>oportunidades de exportação por estado e produto; </li>



<li>tarifas atualmente aplicáveis; </li>



<li>cronograma de redução tarifária; </li>



<li>países de destino; </li>



<li>volume de importações e exportações; </li>



<li>principais concorrentes internacionais. </li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a ApexBrasil, a plataforma já identifica <strong>mais de 500 oportunidades de exportação com tarifa zero</strong>, número que tende a aumentar à medida que novas etapas do acordo entram em vigor.</p>



<h2 id="h-como-a-ferramenta-pode-apoiar-empresas-exportadoras" class="wp-block-heading"><strong>Como a ferramenta pode apoiar empresas exportadoras?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O painel representa um importante instrumento de inteligência comercial, especialmente para empresas que buscam expandir suas operações internacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais benefícios estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>redução do tempo de pesquisa de mercados; </li>



<li>identificação de produtos com maior potencial competitivo; </li>



<li>apoio ao planejamento estratégico das exportações; </li>



<li>consolidação de informações relevantes em uma única plataforma. </li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Para pequenas e médias empresas, a ferramenta também reduz parte dos custos iniciais relacionados à prospecção de mercados externos.</p>



<h2 id="h-quais-requisitos-devem-ser-observados-para-utilizar-as-preferencias-tarifarias" class="wp-block-heading"><strong>Quais requisitos devem ser observados para utilizar as preferências tarifárias?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Embora o painel facilite a identificação das oportunidades, <strong>o acesso às preferências tarifárias não ocorre automaticamente</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada operação deverá observar as exigências previstas no acordo e na legislação aplicável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais requisitos estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>correta classificação fiscal das mercadorias; </li>



<li>atendimento às regras de origem; </li>



<li>emissão e apresentação da documentação exigida; </li>



<li>observância das cotas tarifárias, quando existentes; </li>



<li>cumprimento das normas técnicas, sanitárias e regulatórias da União Europeia. </li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O descumprimento desses requisitos pode impedir a utilização dos benefícios tarifários previstos.</p>



<h2 id="h-aspectos-juridicos-e-regulatorios-continuam-sendo-determinantes" class="wp-block-heading"><strong>Aspectos jurídicos e regulatórios continuam sendo determinantes</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A utilização das preferências tarifárias envolve diferentes áreas do Direito, incluindo questões tributárias, aduaneiras e regulatórias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da análise comercial das oportunidades identificadas no painel, empresas exportadoras podem precisar avaliar aspectos relacionados à estrutura da operação, documentação, classificação fiscal, regras de origem e exigências impostas pelo mercado europeu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada operação apresenta características próprias, motivo pelo qual a avaliação técnica permanece relevante para verificar a aplicação das regras previstas no acordo.</p>



<h2 id="h-perguntas-frequentes-faq" class="wp-block-heading"><strong>Perguntas frequentes (FAQ)</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que é o Acordo Mercosul–União Europeia?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">É um acordo comercial que estabelece redução gradual de tarifas entre os países do Mercosul e da União Europeia, ampliando o acesso de produtos brasileiros ao mercado europeu.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O painel da ApexBrasil concede automaticamente os benefícios tarifários?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não. A plataforma apenas identifica oportunidades comerciais. A utilização das preferências tarifárias depende do cumprimento dos requisitos previstos no acordo e na legislação aplicável.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quem pode utilizar a ferramenta da ApexBrasil?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas exportadoras, indústrias, cooperativas, associações e demais organizações interessadas em avaliar oportunidades de exportação para a União Europeia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quais informações podem ser consultadas?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre outras:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>tarifas; </li>



<li>cronogramas de redução; </li>



<li>mercados de destino; </li>



<li>oportunidades por estado; </li>



<li>dados de comércio exterior; </li>



<li>concorrência internacional. </li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Empresas de pequeno porte também podem utilizar o painel?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. A ferramenta foi desenvolvida para apoiar empresas de diferentes portes na identificação de oportunidades de exportação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conclusão</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A disponibilização do painel pela ApexBrasil representa um avanço importante para empresas que desejam ampliar sua atuação internacional, oferecendo acesso simplificado a informações estratégicas sobre o Acordo Mercosul–União Europeia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, a efetiva utilização das preferências tarifárias previstas no acordo continua condicionada ao cumprimento dos requisitos jurídicos, aduaneiros e regulatórios aplicáveis a cada operação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">À medida que o acordo avança e novas etapas de redução tarifária entram em vigor, torna-se recomendável acompanhar tanto as oportunidades comerciais quanto as exigências legais relacionadas às exportações para a União Europeia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Print não basta: autenticidade e limites da prova digital no processo do trabalho</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 16:51:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em carteiras empresariais de grande volume, é raro o processo em que a petição inicial não venha instruída com prints para demonstrar jornada, assédio, cobranças abusivas ou promessas não cumpridas.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Capturas de tela de conversas de WhatsApp, áudios extraídos de aplicativos e registros de redes sociais transformaram-se no principal insumo probatório do contencioso trabalhista contemporâneo. Em carteiras empresariais de grande volume, é raro o processo em que a petição inicial não venha instruída com&nbsp;<em>prints</em>&nbsp;destinados a demonstrar jornada, assédio, cobranças abusivas ou promessas não cumpridas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O contrassenso é evidente: quanto mais central se tornou a prova digital, menos rigor técnico se tem exigido na sua produção. Arquivos são juntados sem identificação da titularidade dos números envolvidos, sem comprovação de envio e recebimento, sem demonstração de origem, data, integralidade ou ausência de edições. E, com frequência, são admitidos e valorados como se ostentassem fé pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira na íntegra: <a href="https://conjur.com.br/2026-jul-23/o-print-nao-basta-autenticidade-e-os-limites-da-prova-digital-no-processo-do-trabalho-2/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://conjur.com.br/2026-jul-23/o-print-nao-basta-autenticidade-e-os-limites-da-prova-digital-no-processo-do-trabalho-2/</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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