EnglishKoreanPortugueseSpanish
EnglishKoreanPortugueseSpanish

Incertezas na reconfiguração dos direitos da personalidade post-mortem na era digital

Incertezas na reconfiguração dos direitos da personalidade post-mortem na era digital

A tecnologia alcançou o que antes era restrito à ficção científica: a capacidade de “ressuscitar” digitalmente quem já partiu. Por meio de deepfakes e síntese de voz, a inteligência artificial (IA) permite que artistas falecidos estreiem novos comerciais ou que entes queridos “conversem” com seus sucessores. Embora essa capacidade represente novas fronteiras criativas, impõe dilemas éticos e jurídicos profundos sobre onde termina a homenagem e começa a violação da dignidade humana.

No cenário tecnológico contemporâneo, a vertiginosa evolução da IA redefiniu a criação de conteúdo, porém, no Brasil, ainda enfrentamos um vácuo legal, já que não há uma legislação específica que regule essa “ressurreição digital”. A capacidade da machine learning de emular a cognição humana é surpreendente, mas relatórios de 2024 indicam que o uso de deepfakes para fins maliciosos cresceu 830% no país, o que acende um alerta sobre a proteção da imagem post-mortem.

Leia na íntegra: https://www.conjur.com.br/2026-mar-17/incertezas-na-reconfiguracao-dos-direitos-da-personalidade-post-mortem-na-era-digital/

Post Relacionados