Dia: 16 de outubro de 2020

  • Confira os indicados à diretoria da ANPD

    Confira os indicados à diretoria da ANPD

    Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), órgão que irá regulamentar a (LGPD), recebe cinco indicações de diretores, sendo três militares e duas mulheres civis; Waldemar Gonçalves Ortunho Junior, da Telebrás, será o presidente.

    O governo realizou cinco indicações de diretores para Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), órgão que irá regulamentar a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que entrou em vigor em setembro deste ano e terá multas aplicadas a partir de agosto de 2021. As cinco indicações serão avaliadas pelo Senado e, se aprovadas, será realizado então a nomeação ao cargo.

    “A formação da diretoria da ANPD é um importante passo para a estrutura do órgão viabilizando o início do debate sobre a definição das prioridades na forma de atuação do órgão como ente consultivo e fiscalizador bem como dos regulamentos que deverão ser criados para determinados setores da economia, como vimos acontecer na Europa”, explica Paulo Vinícius de Carvalho Soares, DPO e advogado na Lee, Brock, Camargo Advogados.

    Confira os indicados a direção:

    Waldemar Gonçalves Ortunho Junior para mandato de seis anos:

    Coronel do Exército, é presidente da Telebras desde 2019. Engenheiro Eletrônico formado pelo Instituto Militar de Engenharia.

    Arthur Pereira Sabbat para mandato de cinco anos:

    Diretor do Departamento de Segurança da Informação do GSI.

    Joacil Basilio Rael para mandato de quatro anos:

    Engenheiro da Computação formado pelo IME.

    Nairane Farias Rabelo Leitão para mandato de três anos:

    Advogada graduada pela Universidade Federal de Pernambuco e sócia de escritório em Brasília desde 2006.

    Miriam Wimmer para mandato de dois anos:

    Diretora de Serviços de Telecomunicações do Ministério das Comunicações. Professora do IDP Brasília.

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  • Bacen amplia regras contra riscos ao sistema financeiro

    Bacen amplia regras contra riscos ao sistema financeiro

    Com o início da vigência da Circular 3.978/2020, nesse mês, o Bacen busca reduzir os riscos para o Sistema Financeiro Nacional.

    1. De que trata a nova circular do Banco Central?

    Dispõe sobre o aprimoramento dos procedimentos e controles internos que devem ser adotados por instituições financeiras, reguladas pelo Bacen, buscando a prevenção de práticas de crimes de lavagem de dinheiro ou ocultação de bens, direitos e valores (Lei 9.613/98) e financiamento do terrorismo (Lei 13.260/16).

    2. Isso vai exigir novas medidas preventivas?

    Sem dúvida, torna-se necessário que as organizações financeiras promovam uma atualização de suas políticas internas e procedimentos de prevenção para operações, produtos e serviços. Será preciso definir categorias de risco “que possibilitem a adoção de controle de gerenciamento e de mitigação reforçados para as situações de maior risco e adoção de controles simplificados nas situações de menor risco”.

    3. As novas diretrizes envolvem todos os públicos e necessidade de documentação?

    Sim , deve haver coleta, verificação, validação e atualização de informações sobre clientes, funcionários, parceiros e prestadores de serviços terceirizados, além de monitoramento e análise de operações e situações suspeitas, com comunicação aos órgãos competentes. A governança da política de prevenção também deve ser documentada e aprovada pelo Conselho de Administração ou Diretoria da instituição.

    4. Essas medidas fazem parte de um esforço internacional contra delitos financeiros?

    Sim, o Banco Central do Brasil integra o Gafi (Grupo de Ações Financeiras) criado no âmbito da Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e considerado um dos principais fóruns de debates sobre o combate à lavagem de dinheiro, que contribui para estabelecer políticas internacionais de proteção e combate a delitos no sistema financeiro internacional.

    Veja a íntegra da Circular 3978/2020

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