Dia: 16 de dezembro de 2020

  • Água vira investimento em contratos futuros

    Água vira investimento em contratos futuros

    Por ser um recurso vital para a economia, a água vem sendo cada vez mais valorizada e pela primeira vez que começa a ser negociada no mercado futuro.

    1. Que bolsas irão negociar a água?

    Inicialmente, a Bolsa de Chicago e o Nasdaq irão negociar os direitos de uso da água em troca de compensações. Isso gera um título, portanto um ativo financeiro. O grupo CME já lançou contratos vinculados ao mercado de água na Califórnia(EUA) , que protegem grandes consumidores dos preços voláteis da água.

    2. O que são os contratos futuro de água?

    Diante da possibilidade de secas severas e inundações, os contratos futuros (de longo prazo) seriam uma forma de permitir aos grandes usuários de água , como o agronegócio, gerenciar riscos e equilibrar demandas de abastecimento .Assim, compradores e vendedores poderiam negociar um preço fixo em data futura.

    3. Que índice foi criado para essa transação?

    O Nasdaq Veles California Water Index. A cotação mais recente é de 485,5 dólares por acre pie, equivalente a 1,4 milhão de litros.

    4. Quais são os temores da ONU?

    A água é um recurso sensível, um direito humano, reconhecido em Assembleia Geral da entidade em 2010 . A ONU teme que sua escassez possa atrair a atenção de especuladores e ganhar “status” de commodities, repetindo a bolha especulativa do mercado de alimentos em 2008 . Atualmente, 3 entre 10 pessoas (2,1 bilhões) no mundo, não têm acesso à água potável segura.

    5. Como está a questão no Brasil?

    Há um Projeto de Lei 495/2017 em tramitação no Senado, que altera a Política Nacional de Recursos Hídricos (Lei 9.433/97) para introduzir os chamados mercados de água, com negociação dos direitos de uso.

    Confira  as últimas atualizações jurídicas sobre o impacto do Coronavírus no Brasil e no mundo/a></a

  • LBCA LANÇA E-BOOK SOBRE DIREITO AERONÁUTICO E AVALIA A GRANDE CRISE DE 2020 E O FUTURO DO SETOR AÉREO

    LBCA LANÇA E-BOOK SOBRE DIREITO AERONÁUTICO E AVALIA A GRANDE CRISE DE 2020 E O FUTURO DO SETOR AÉREO

    LBCA lança e-book que explica quais foram os impactos do coronavirus sobre setores aeronáutico e aéreo  e realiza análise sobre a crise de 2020.

    O setor aeronáutico, certamente, vem sendo um dos mais impactados pela crise da Covid-19, ao passar por uma paralisação histórica, tanto no transporte nacional, quanto no internacional. No início da pandemia, a queda de voos no Brasil foi de 91,4% em comparação a 2019, com redução de 94,5% dos passageiros e 74% das rotas. Pelos cálculos da IATA (Internacional Air Transport Association), no segundo trimestre de 2020, o setor gastou US$ 51 bilhões para manter o negócio funcionando, cuja retomada aos patamares pré-pandemia está prevista apenas para 2024, mas há otimismo para 2021.

    Para analisar os principais temas jurídicos de interesse do setor da aviação, aprofundando um diagnóstico da crise, a retomada das operações, os protocolos de biossegurança, a redução de custos e as perspectivas futuras, a Lee, Brock, Camargo Advogados (LBCA) lança o e-book “Direito Aeronáutico”, prefaciado pelo Desembargador aposentado do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) e Consultor da LBCA, José Roberto Neves Amorim.

    O sócio fundador da LBCA e um dos organizadores do e-book, Solano de Camargo, entende que “a obra avalia o setor aéreo e os reflexos da pandemia da Covid-19, havendo a preocupação dos autores em traçar um diagnóstico jurídico completo da crise aérea e apresentar soluções de combate à alta judicialização.”

    Essa também é a perspectiva do sócio e coautor, Jayme Barbosa de Lima Netto, que chama a atenção para o fato de que amenizados os efeitos da pandemia, a enorme judicialização do país não dará tréguas: “A administração do alto volume de processos demandará dos departamentos jurídicos e, ainda mais, dos escritórios de advocacia, uma atuação pautada na excelência e utilização do que existe de mais moderno em ferramentas de gestão e business intelligence, possibilitando a redução do passivo judicial”.

    O e-book está dividido em 10 capítulos: Contratos de Transporte Aéreo: Responsabilidade Civil, Danos Morais e a Nova Administração de Litígios (Jayme Barbosa Lima Netto); A aviação e as Convenções Internacionais nos Contratos de Transporte Aéreo (Solano de Camargo e Gustavo Ferraz de Campos Monaco); Recuperação de Crédito das Companhias Aéreas (Bryan Mariath Lopes); Revisão Fiscal e Recuperação de Tributos (Yun Ki Lee, Eduardo Bomfim e Eduardo Toshihiko Ochiai); Impactos Trabalhistas da Pandemia no Setor aéreo (Eduardo Brock, Tais Carmona e Tereza Cristina Oliveira Ribeiro); Solução Adequada de Resolução de Litígios (Fernando de Paula Torre); Necessidades do Setor: Contrato de Leasing Aeronáutico e Socorro Financeiro (Daniele Gobi e Rafael Valadares de Almeida Ferreira); LGPD no Setor Aéreo (Fabio Rivelli); Análise Preditiva sobre o Passageiro Litigante (Ricardo Freitas Silveira); A Sustentação do Setor Aéreo de Cargas durante a Pandemia: Cenários e Aspectos Jurídicos (Paulo Vinicius de Carvalho Soares ) e Hibernação e Tempo de Recuperação do Setor (Solano de Camargo e Jayme Barbosa Lima Netto).

    Além do conteúdo jurídico, o e-book  tem como diferencial seu design gráfico, explorando a tendência inovadora de legal design, que emprega recursos da linguagem visual e tecnologia para captar a atenção dos leitores e tornar a comunicação mais atrativa, com transição de cores e uso de infográficos, vídeos, fluxogramas, QR Codes, gráficos estatísticos etc., facilitando a interação e aprimorando a experiência de todos os públicos, tais como os players do setor, empresários, advogados, imprensa especializada etc.